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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Mato Grosso lidera exportação de algodão com 31,4 mil toneladas

Por Cenário MT 

Mato Grosso aparece em primeiro lugar no ranking da exportação da pluma de algodão em abril, liderando com 31,4 mil toneladas - representando 32% do total exportado.

Em segundo lugar aparece a região Nordeste do país, com o Estado da Bahia enviando 13% deste total, ou seja, 13 mil toneladas de pluma. Goiás e Mato Grosso do Sul participaram com 2% de todo o volume exportado.
Outros estados exportaram pequenas quantidades e, ainda assim, representaram 52% do total de 51,8 mil toneladas da fibra exportada.

No somado do ano, Mato Grosso já embarcou 116.7 mil toneladas, sendo 26.4 mil/t em janeiro, 26.3 mil/t em fevereiro, 32.4 mil/t em março e, as 31.4 ,Il/t de abril.
Em volumes de recursos, o total exportado no quadrimestre fez entrar na balança comercial do Estado o montante de US$ 217.6 milhões.

O que foi exportado no mês de abril, por todos os estados brasileiros, representa apenas 5% do volume que foi estimado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para as exportações deste ano, estimado em 970 mil toneladas.
A pretensão é aumentar os volumes exportados assim que a pluma for beneficiada, o que deve ocorrer a partir de julho.

Caroço:
Ao longo dos últimos meses, produtores de algodão venderam sua produção de caroço, mesmo antes da colheita, para a indústria de óleo ou para alimentação animal. As entregas do produto são para julho e agosto, período em que a pluma está sendo beneficiada nas algodoeiras.

Em relação ao ano passado, Campo Verde (130 km ao Sul de Cuiabá) está registrando um aumento de 46% no preço do caroço, chegando a R$ 350 por tonelada.

No ano passado, neste mesmo período, o caroço estava sendo comercializado na faixa dos R$ 240,0/t para entrega em julho de 2011.
O aumento no preço vem pela demanda aquecida, principalmente pelos pecuaristas que buscam no caroço a proteína para alimentação animal.

Como a tendência é de aumento nos confinamentos bovinos em Mato Grosso em 14,3%, a demanda pelo caroço deve continuar forte, informa o Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea)

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